quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Fibromialgia



Fonte: Associação Brasileira dos Fibromiálgicos - Abrafibro

SINAIS E SINTOMAS DA FIBROMIALGIA
- dores muscularas crônicas, difusas, espalhadas pelo corpo todo, como se fosse uma "dor turista".
- dores articulares.- dores do tipo cardíaco.
- fadiga/ cansaço extremo (em especial pela manhã).
- distúrbios do sono (insônia).
- sono não reparador,
- cefaléia (dor de cabeça) tensional,
- enxaqueca (hemi-craniana) só atinge metade da cabeça,
- formigamento,
- sensibilidade ao frio,
- sensibilidade à mudanças climáticas
- tensão pré menstrual,
- dismenorréia (cólica menstrual),
- irritabilidade,
- ansiedade,
- depressão,
- distimia,
- dores da ATM (articulação têmporo-mandibular),
- falta de disposição e energia,
- distúrbios emocionais e psicológicos,
- bruxismo,
- sintomas compatíveis com Síndrome do Pânico,
- déficit de memória,
- desatenção,
- olho seco,
- boca seca,
- rigidez generalizada do corpo, ao se levantar de manhã,
- inchação nas mãos e nos pés,
- falta de energia,
- Fenômeno de Raynaud (dedos arroxeados em ambientes frios),
- Síndrome das Pernas Inquietas (movimento involuntário das pernas durante o sono),
- Síndrome do Intestino Irritável (dor abdominal, constipação, diarréia, distensão abdominal, flatulência),
- Síndrome Ureteral: os pacientes queixam-se de aumento da frequência para urinar, na ausência de infecção urinária,
- síncope neuro-cardiogênica.- sonolência diurna,
- vertigem/tontura.- palpitação.
- sensibilidade a alguns alimentos e medicações,
- alodinia (dor resultante de estímulo que não seria doloroso),
- disestesias (sensação desagradável que varia desde amortecimento até agulhadas sentida nas extremidades),
- zumbidos.- transtornos cognitivos, com lacunas mentais, confusões momentâneas para falar ou
escrever,
- sensibilidade aumentada à luz (fotofobia) e ruídos,
- perda do equilíbrio e orientação,
- alergias cutâneas (urticárias) e respiratórias (rinite e asma).
São muitos não?
E podem estar associadas a outras tantas doenças ainda.
Ainda não descobriram uma maneira de comprovarem com exames/imagens sua existência.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Quando tudo dói

Oi gente
A verdade é que como não existe cura até o momento para a fibromialgia, o que de melhor podemos fazer para nós mesmos, será manter nossa qualidade de vida, nosso ritmo, nosso passo, nosso relógio biológico. Pois se exagerarmos em qualquer desses itens teremos como consequências as dores.
E isso ninguém quer, nem merece. Portanto muito cuidado com o stress, o trabalho prolongado, a falta de alongamento, as mudanças de clima abruptas, a exposição ao frio, as poucas horas de sono, a falta de exercício etc... Dancem conforme a música e sempre no seu ritmo... nunca queiram acompanhar o ritmo do outro. Cada organismo é único e o que faz bem para um, pode ser um veneno para outro. Então fica meu conselho. Cuidem-se... Amem-se... Quanto mais gostarmos de nós mesmos, mais  cuidaremos melhor de nós!!!
Take Care!!! Amália

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira - Alberto Einstein

A dor geralmente aparece nos ombros e braços, depois se espalha pelo corpo todo, chegando aos ossos, tendões, músculos e articulações. Pode se arrastar por dias, meses e até anos. Junto a esses sintomas pode vir um cansaço inexplicável, o sono que não relaxa.

Também há quem reclame de dificuldade de concentração, depressão, sensação de formigamento em braços e pernas, dores de cabeça e até de cólicas intestinais. Para se livrar do problema, o paciente costuma passar por vários especialistas, antes do diagnóstico de fibromialgia.

Essa demora em se chegar à conclusão de que as dores apontam para fibromialgia reside no fato de não haver nenhum exame laboratorial ou radiológico que comprove o diagnóstico, que é exclusivamente clínico e requer histórico e exame físico detalhados. Dessa forma, consultas médicas rápidas e baseadas em laudos de exames não trazem resultados, o que faz pacientes passarem por diversos médicos, realizarem uma série de exames sem chegarem a nenhum diagnóstico.

O importante para quem tem a síndrome é manter a qualidade de vida, uma vez que até o momento não há cura.

Entre os pacientes com o problema, 90% são mulheres. A causa é atribuída ao desequilíbrio de neurotransmissores responsáveis por inibir ou gerar a dor, como a serotonina. Há uma substância diretamente relacionada aos mecanismos da fibromialgia: é a substância P, do inglês Pain – que significa dor. “O excesso da substância P no organismo resulta em maior percepção da dor”, explica Evelin Goldenberg, reumatologista do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) e autora do livro O Coração Sente, O Corpo Dói (Editora Atheneu).

Pesquisas mostram três vezes mais substância P no organismo dos portadores da síndrome, além da queda na produção de serotonina. “Há um excesso de agentes que enviam informações dolorosas, somado à redução nos níveis dos que suprimem a dor”, completa a reumatologista.

Gatilhos da dor

Acredita-se que há pessoas com predisposição genética para a fibromialgia, mas só manifestam a crise frente a desencadeantes. Os principais são: trauma físico ou emocional, doenças infecciosas (como gripe e hepatite C), perdas prolongadas de sono, grandes modificações hormonais e mudanças climáticas. Em seu livro, dra. Evelin afirma que há estudos sugerindo que 60% dos portadores de fibromialgia têm familiares com a doença, ou ainda doenças relacionadas à serotonina.

O diagnóstico do problema é complexo. Exames radiológicos ou laboratoriais não revelam a síndrome, que tem seu diagnóstico exclusivamente clínico, por meio de história e exame físico detalhados e a palpação de ‘tender points’, ou pontos de tensão. Ao todo são 18 e o critério do Colégio Americano de Reumatologia para o diagnóstico é a presença de dor generalizada pelo corpo por pelo menos 3 meses e a presença de 11 em 18 tender points.

Tratamento e prevenção

Não há vacinas ou outros métodos que possam prevenir o surgimento da doença. O que se pode fazer é adotar atitudes simples que tornem as circunstâncias menos favoráveis à fibromialgia, o que não garante estar fora de perigo.

O importante para quem tem a síndrome é manter a qualidade de vida, uma vez que até o momento não há cura. Muitos dos sintomas podem ser amenizados contando com a ajuda de medicamentos e terapias como a acupuntura, sessões de relaxamento e massagem.

Dieta: há expectativa com relação às fontes de triptofano, o aminoácido precursor da serotonina, que ajuda a inibir a dor. Esse aminoácido apresenta-se em quantidade insuficiente no organismo dos portadores da síndrome. O triptofano pode ser encontrado na banana, milho, arroz integral, legumes, leite e mel. Entretanto a dra. Evelin adverte: “Ainda não está comprovada a importância de dieta nesses pacientes”.

Exercícios físicos: músculos sem treinamento são mais vulneráveis a lesões e, por consequência, a desencadear traumas capazes de impulsionar o desenvolvimento da fibromialgia. A recomendação é a realização de exercícios físicos de caráter lento e progressivo, individualizados e sob a orientação de profissional especializado.

Estresse: procure afastar-se das fontes de estresse e desenvolver melhores formas de administrá-lo como técnicas de respiração, yoga, meditação e acupuntura. As pessoas estressadas sofrem mais com a dor, insônia e irritabilidade, fatores que podem desencadear a fibromialgia.

Sono: perder várias noites de sono pode se tornar fonte de fadiga e dor. O mais indicado é estabelecer um horário para dormir e evitar bebidas que contenham álcool e cafeína e a prática de exercícios físicos exaustivos à noite.

Antecedentes familiares: quem tem familiares com fibromialgia deve manter dieta balanceada, praticar exercícios e ter boas noites de sono. Se a dor aparecer, esqueça os analgésicos e procure um especialista no assunto. O tratamento precoce pode evitar a dor crônica.

Atualizada em novembro/2009

Pensamento


"O senso de humor e o sorriso espontâneo estão relacionados a melhor qualidade de vida e percepção de bem-estar".



Fé: mais uma aliada contra a Dor

Olá pessoal
Hoje estou postando um artigo bem interessante, um pouco diferente do tradicional que eu costumo postar. Mas eu compartilho esse artigo porque  acredito que é muito mais fácil lidar com a dor quando se tem uma fé e um desenvolvimento espiritual, independente de qual religião você pratica. Pois quando oramos, meditamos, entramos em contato com o divino dentro de nós e nos sentimos mais calmos e tranquilos. Temos esperança de que amanhã será um novo dia e que muitas coisas boas virão! Façam bom proveito do texto. Fiquem bem. Amália  

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira - Albert Einstein

Os benefícios da fé
Fé: mais uma aliada contra a dor. Acreditar em Deus ou numa força superior, relacionadas ou não à religião; contemplar a natureza e sentir sua intensidade, beleza, imensidão; desenvolver ações sociais. Cada uma dessas atitudes, em geral, promove a sensação indescritível de bem-estar.


No caso da fé, desde os anos 80 questões em torno de sua importância vêm sendo estudadas e, atualmente, seus benefícios são indiscutíveis.

Pesquisa publicada em 2004 no São Paulo Medical Journal, da Associação Paulista de Medicina, concluiu que a prática da prece, por exemplo, guarda relação com a melhora da saúde de pacientes com câncer.

Outros estudos realizados revelam que quem tem doenças relacionadas ao estresse também apresenta melhora com a prática de preces e meditações. Isso vale ainda para pacientes que apresentam doenças crônicas – principal causa de morte e incapacidade no mundo – como obesidade, hipertensão, câncer, doenças cardiovasculares e respiratórias.

Se o sistema neurológico está equilibrado, o estado psicológico fica propenso a trazer a sensação de esperança, de perdão, de amor e de altruísmo e desenvolve energias interiores de autocura

A explicação é simples. Segundo o dr. Marcelo Saad, médico fisiatra e coordenador do Núcleo de Estudos sobre a Religiosidade-Espiritualidade em Saúde (NERES), do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE), com a espiritualidade desenvolvida, a pessoa tem um estado mental que induz ao equilíbrio neurofisiológico e dos hormônios, além de atuar favoravelmente na imunidade.
“E, se o sistema neurológico está equilibrado, o estado psicológico fica propenso a trazer a sensação de esperança, de perdão, de amor e de altruísmo e desenvolve energias interiores de autocura – o efeito placebo. A fé é ainda capaz de mobilizar a endorfina, o hormônio do bem-estar.”

De olho nos benefícios

Diante desse cenário, o HIAE criou o NERES, que faz parte do Grupo de Dor e Cuidados Paliativos. O objetivo é difundir informações científicas sobre os efeitos biológicos da fé, ministrar palestras para desmistificar o tema e apoiar a assistência espiritualista aos pacientes internados e a seus parentes.

Quando tratamos da dor das pessoas não estamos cuidando somente da parte biológica.

Em um primeiro momento, será enfatizada a importância da espiritualidade com as equipes assistenciais e, depois, divulgada por todo o Hospital, inclusive entre os pacientes, para que seja integrada ao serviço da instituição. Muitos profissionais, entre médicos, enfermeiros e profissionais da saúde, já mostraram interesse em desenvolver trabalhos sobre essa questão.

O novo serviço a ser implantando será mais uma alternativa para prevenir e amenizar o mal-estar dos pacientes. O Grupo de Dor e Cuidados Paliativos disponibiliza tratamento multidisciplinar, que conta com o suporte de neurologistas, fisiatras, psicólogos e fisioterapeutas, além da dra. Fabíola Peixoto Minson, anestologista, e da dra. Ana Cláudia de Lima Quintana Arantes, geriatra e coordenadora do grupo.

“Quando tratamos da dor das pessoas não estamos cuidando somente da parte biológica. Cada um tem a sua crença e isso pode trazer benefícios no tratamento da doença. Com mais essa frente, o atendimento fica ainda mais completo e integral, contemplamos o ser humano como um todo”, explica a dra. Ana Cláudia.

Atualizada em novembro/2009

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Pensamento



" Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma de nossa corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos".
Fernando Pessoa 

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Tratamento da Disfunção da ATM

Oi pessoal
Ontem postei um artigo sobre sintomas e diagnóstico das Disfunções da ATM e hoje estou postando a continuação sobre os vários tipos de tratamentos usados para cada caso de Disfunção da ATM, que somente seu dentista saberá qual o mais indicado para você. 
Espero que essa matéria lhe esclareça um pouquinho mais. Fiquem bem! Amália

Fonte: Centro de Diagnóstico e Tratamento da ATM

* Reduzir - eliminar dor articular e muscular
* Reduzir - eliminar inflamação nos músculos e ATM
* Melhorar limite de movimento mandibular
* Reduzir carga adversa nas ATMs 
* Reposicionar a mandíbula ao crânio para melhorar função 
* Reeducar o paciente (posicionamento correto da mandíbula)
* Melhorar postura
* Fortalecer o sistema músculo-esquelético estomatognático

APARELHOS UTILIZADOS NO TRATAMENTO DA DISFUNÇÃO DA ATM E DOR OROFACIAL
* LASER (Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation = Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação).
Esta radiação luminosa possui características singulares, diferentes da luz comum, tais como: coerência, polarização e monocromaticidade. Laser utilizado para tratamento de disfunção e dor da ATM e músculos é o Laser classificado como de baixa intensidade. Como a radiação Laser é composta de fótons que transportam energia, ao se aplicar a radiação Laser em qualquer superfície, ocorre transferência de energia. Ao se aplicar radiação Laser num tecido (músculo, por exemplo), transfere-se uma certa quantidade de energia. Com a aplicação desta energia, obtem-se efeitos que podem ser descritos como diretos ou primários, indiretos ou terapêuticos.

* TENS Ultra Baixa Freqüência (Transcutaneous Electrical Neuromuscular Stimulation = Estimulação Elétrica Neuromuscular Transcutânea)
São estímulos elétricos emitidos por aparelhos (BioTENS, MYO-MONITOR) na freqüência de 1 pulso por segundo (1HZ), com amplitude suficiente para promover contração muscular. Estas contrações rápidas e repetitivas atuam como uma bomba, forçando a saída de sangue venoso dos músculos e aumentando o afluxo de sangue arterial. Como resultado as substâncias irritantes dentro do músculo são eliminadas e o metabolismo aeróbico é restaurado. Não existe a possibilidade de se causar fadiga ou contratura muscular porque as contrações produzidas são médias, de curta duração e o suprimento sangüíneo não é comprometido. O paciente pode utilizar os pulsos do TENS por quanto tempo desejar. Pesquisas tem mostrado que o uso contínuo de TENS de ultra-baixa freqüência previne alterações musculares acelerando o processo de cura. Também foi evidenciado que TENS de ultra-baixa freqüência promove liberação de endorfina.

* ULTRA-SOM
São vibrações mecânicas, acústicas, inaudíveis, de alta freqüência que produz efeitos fisiológicos térmicos e não térmicos. Os benefícios clínicos do ultra-som incluem efeitos térmicos que diminuem dor nos músculos e articulações, e efeitos não térmicos que diminuem a viscosidade do colágeno tornando mais fácil a mobilização de tecidos moles e articulares.

FES (Functional Electrical Stimulation)
Aparelho computarizado que possibilita recuperação da atividade muscular (pacientes com disfunção da ATM tem os músculos mastigadores enfraquecidos) através de contrações isométricas controladas.

* E-Z-Flex
Aparelho mecânico com acionamento hidráulico para exercícios de abertura e fechamento passivo da boca. Importante na recuperação de pacientes com hipometria bucal.

A maior parte dos pacientes que trata das disfunções da ATM, invariavelmente necessitará de algum tipo de tratamento irreversível como: ortodontia, troca de restaurações, incrustações, coroas e implantes.

Aproximadamente 80 % dos casos necessitam de tratamento ortodôntico.

O tratamento ortodôntico em pacientes que tiveram tratamento da disfunção da ATM necessitam cuidados especiais, sendo o mais importante a manutenção do posicionamento mandibular.

Dor de Cabeça? Pode ser ATM!


Olá Pessoal
Me indicaram um dentista em São Paulo, especializado em DTM e Dor Orofacial. Estarei marcando em breve uma consulta com ele. 
Visitei seu site e encontrei lá informações de alta qualidade. Estou colocando seu site entre os meus indicados. Visitem o site para maiores informações.
Estou compartilhando com vocês, alguns artigos que achei interessante, na tentativa de estar contribuindo também para o bem estar de todos.  
Espero que esteja, dessa forma, contribuindo para maiores esclarecimentos sobre as várias formas de dores de cabeça.
Quem sabe em vez de procurar um médico, você não deve procurar um dentista!
Fiquem bem e sucesso à todos em seus tratamentos. Amália
  

Fonte: Centro de Diagnóstico e Tratamento da ATM.  


Verifique se você é possuidor de um ou mais sinais e sintomas descritos abaixo:
Todos estão relacionados à disfunção da ATM e Dor Orofacial:
* Dor de cabeça freqüente.

* Ruídos (estalos) nas ATMs quando mastiga.

* Ruídos (crepitação: semelhante a amassar papel) nas ATM's quando mastiga.

* Sensação de entupimento nos ouvidos.

* Zumbido ou outro tipo de ruídos nos ouvidos.

* Tontura freqüente não relacionada à “labirintite”.

* Sente a ATM “ficar travada”.

* Sente dificuldade de abrir a boca.

* Sente dor nos dentes.

* Os dentes estão sensíveis principalmente ao frio.

* Sente dor nos músculos da face.

* Músculos ficam cansados quando mastiga.

* Dor como se fosse sinusite, mas o médico encontra normalidade

* Apertamento dental constante.

* Precepção de ranger os dentes à noite.

* Sente dor no ouvido.

* Sente dor no pescoço, nuca ou ombros.

* Passou por consulta com médicos para diagnóstico de dor de cabeça crônica.

* Tem dor muscular ou articular após as refeições.

DIAGNÓSTICO
Na área de saúde o sucesso de todo e qualquer tratamento está relacionado à obtenção do diagnóstico correto.

O primeiro passo para obtenção do diagnóstico encontra-se na avaliação clínica que compreende anamnese (história) e exame clínico. Dada a complexidade do sistema estomatognático (mastigador) o exame clínico compreenderá:
* Avaliação dos músculos mastigadores.
* Avaliação da oclusão dental.
* Avaliação dos movimentos da mandíbula.
* Avaliação das ATM's.

Exames complementares são freqüentemente utilizados para auxiliar na formulação do diagnóstico da disfunção da ATM.

Tais exames compreendem:
* Imagens da ATM - radiografias transcraniais, tomografias, imagem por ressonância magnética
* Eletromiografia - avaliação computadorizada da atividade dos músculos do sistema estomatognático (mastigador)
* Eletrovibratografia - avaliação computadorizada dos ruídos nas ATMs
Eletrognatografia - avaliação computadorizada dos movimentos da mandíbula (mastigação, fala, abertura e fechamento, lateralização, espaço funcional livre).